sábado, 14 de novembro de 2009

Jardim Botânico

Breve História

O Jardim Botânico da Universidade de Lisboa é um jardim científico, projectado em meados do século XIX. Começado a plantar em 1873, por iniciativa dos professores Conde de Ficalho e Andrade Corvo, acabou por ser inaugurado em 1878. Foi desde logo considerado um moderno e útil complemento para o ensino e investigação botânicas na Escola Politécnica, escola símbolo dos novos rumos de progresso social e científico que a revolução liberal trouxe a Portugal.

O local escolhido no Monte Olivete para a implantação do novo jardim tinha já mais de dois séculos de tradição no estudo da Botânica, iniciado desde o colégio jesuíta da Cotovia aqui sediado, com o seu Horto Botânico.

A enorme diversidade de plantas recolhidas pelos seus primeiros jardineiros, o alemão E. Goeze e o francês J. Daveau, provenientes dos quatro cantos do mundo em que havia territórios sob soberania portuguesa, patenteava a importância da potência colonial que Portugal então representava, mas que na Europa não passava de uma nação pequena e marginal.

A elevada qualidade do projecto, bem ajustado ao sítio e ao ameno clima de Lisboa, cedo foi comprovada. Mal acabadas de plantar, segundo o caprichoso desenho das veredas, canteiros e socalcos, interligados por lagos e cascatas, as jovens plantas rapidamente prosperavam, ocupando todo o espaço e deixando logo adivinhar como, com o tempo, a cidade viria a ganhar o seu mais aprazível espaço verde e o de maior interesse cénico e botânico. Em pleno coração de Lisboa e em forte contraste com o seu bulício, as cores e as sombras, os cheiros e os sons do Jardim da Politécnica dão recolhimento e deleite. E, tratando-se de um jardim botânico, outras funções desempenha o Jardim, que não apenas as de lazer e recreio passivo.

As colecções sistemáticas servem vários ramos da investigação botânica, demonstram junto do público e das escolas a grande diversidade de formas vegetais e múltiplos processos ecológicos, ao mesmo tempo que representam um meio importante e efectivo na conservação de plantas ameaçadas de extinção.

Algumas colecções merecem menção especial. A notável diversidade de palmeiras, vindas de todos os continentes, confere inesperado cunho tropical a diversas localizações do Jardim. As cicadáceas são um dos ex-libris do Jardim. Autênticos fósseis vivos, representam floras antigas, que na maioria se extinguiram. Hoje, são todas de grande raridade, havendo certas espécies que só em jardins botânicos se conservam. O Jardim é particularmente rico em espécies tropicais originárias da Nova Zelândia, Austrália, China, Japão e América do Sul, o que atesta a amenidade do clima de Lisboa e as peculariedades dos microclimas criados neste Jardim.
Na esteira do que acontece na generalidade dos jardins botânicos, também este Jardim, em estreita colaboração com os restantes museus da Politécnica desenvolve, em permanência, activos programas de educação ambiental, para os diferentes níveis etários da população estudantil e oferece visitas temáticas guiadas.


Horários de abertura:
Verão (1 de Abril a 31 de outubro)
Dias úteis – Das 9h00 às 20h00
Fins de semana e feriados – Das 10h00 às 20h00

Inverno (1 de Novembro a 31 de Março)
Dias úteis – Das 9h00 às 18h00
Fins de semana e feriados – Das 10h00 às 18h00
Fechado nos dias de Natal e Ano Novo

Preços
Adultos – 1,50 euros
Maiores de 65, estudantes e cartão jovem – 0,75 euros
Crianças (até aos 6 anos inclusivé) – Grátis
Passes anuais – 8,50 euros
Alunos integrados em grupos escolares – 0,50 euros (cada estudante)
Sócios da Liga dos Amigos do Jardim Botânico – Grátis
Funcionários e alunos da Universidade de Lisboa – Grátis
Animais (cães) – Deixou de ser permitida a entrada de cães no Jardim Botânico.


Como chegar ao Jardim Botânico
Metro : Rato, Linha Amarela
Autocarros: 58 e 773 (paragem em frente à entrada pela Rua da Escola Politécnica) 92, 790 (paragem no Príncipe Real), 74 (paragem Rato)
A pé: Subindo a Sétima Colina, que se estende entre o Cais do Sodré e o Rato

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Monumentos - Castelo de São Jorge

Sobre o Castelo ...
Declarado Monumento Nacional em 1910, pouco antes da implantação da República, o Castelo de São Jorge ergue-se na mais alta colina de Lisboa e foi desde muito cedo um espaço aprazível para a ocupação humana, datando do século II a.C. a primeira fortificação conhecida.

Intervenções arqueológicas permitiram registar testemunhos de ocupação desde pelo menos o século VI a.C.. Fenícios, Gregos, Cartaginenses, Romanos e Muçulmanos por aqui passaram.

O Castelo sofreu importantes intervenções de restauro na década de 1940 e no final da década de 1990, que tiveram o mérito de reabilitar o monumento, actualmente um dos locais mais visitados pelo turista na cidade de Lisboa.

O monumento oferece aos visitantes os jardins e miradouros de onde se pode observar a cidade em todo o seu esplendor, um espectáculo multimédia (Olisipónia), uma câmara escura (Torre de Ulisses – viagem de 360º sobre Lisboa), espaço de exposições, sala de reuniões/recepções (Casa do Governador) e loja temática.


Passeios e Visitas

Um “passeio” de 360 graus por Lisboa

O Castelo de São Jorge, o monumento mais visitado na cidade de Lisboa, com um milhão de visitas/ano, está agora dotado de novas funcionalidades que permitem, aos seus visitantes, conhecer um pouco mais da história de Lisboa.

A EGEAC (Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural) que gere o Castelo de São Jorge, apostou no aumento da oferta do Castelo, dotando-o com novas valências, como uma Galeria de Arte e uma Estação de Achados Arqueológicos.
A Galeria de Arte, instalada nas antigas prisões do Castelo, acolhe, ao longo do ano, diferentes exposições relacionadas com a história e cultura do país.
A partir do Verão de 2005, será aberta ao público uma estação arqueológica, onde é possível observar vestígios de um antigo bairro islâmico, dos séculos XI e XII. Também no próximo Verão, num espaço contíguo ao da Galeria do Castelo, será constituído um núcleo museológico, onde serão apresentadas algumas peças resultantes das escavações realizadas, como moedas de diferentes épocas, cerâmicas, azulejos e trabalhos em pedra.
Na Olisipónia é possível assistir a um espectáculo multimédia instalado nas Salas Ogival, da Cisterna e das Colunas. Num videowall com 10 monitores, através de um jogo de espelhos, o visitante pode visionar imagens que lhe permitem ter uma maior percepção do período dos Descobrimentos. Numa outra sala, é narrada a evolução da cidade, desde as primeiras ocupações até à Expo’98. As imagens são sempre acompanhadas de uma descrição em cinco línguas (português, espanhol, inglês, francês e alemão).
A Câmara Escura, situada na torre principal do Castelo, a Torre de Ulisses, a 110 metros do nível do mar, permite que o visitante “descubra” a cidade ao longo de uma viagem de 360 graus. Através de um periscópio são projectas imagens vivas da cidade de Lisboa, em tempo real, sendo mesmo possível avistar os carros a passar na Ponte 25 de Abril.

domingo, 8 de novembro de 2009

Lisboa vista do youtube - som e imagem

A cidade em imagens:


Lisboa ao som de uma voz espanhola

Mais imagens ao som de Moro em Lisboa - Madredeus

Lisboa, menina e moça!

Lisboa, não sejas francesa!

TUIST



sábado, 7 de novembro de 2009

Locais de Referência - Rua Augusta




É na Baixa Pombalina de Lisboa que se situa a Rua Augusta entre as maiores praças da nossa capital a Praça do Comércio e a Praça do Rossio.
É uma zona de excelência de lojas de moda, bancos e de esplanadas entre outros, ao longo da sua formosa caminhada entre as referidas praças. Sem trânsito e com bonitos desenhos de arabescos em basalto negro e branco é um convite ameno na cidade.

Percorrendo-a divisamos um Arco que é o mais masjestoso de toda esta Rua. No topo do mesmo um relógio vetusto e que nos alegra ao passar com a sua espontaneidade. Daqui avistamos o fim da Praça do Comércio que é a zona política de muitos Ministérios, o Rio Tejo com seu largo caudal.

Nestas duas Praças muitos episódios políticos de grande monta se passaram ao longo dos séculos.
Alguns deles viraram por completo a História do nosso País como no caso da Praça do Comércio o acabar do jugo espanhol com o atirar pela janela de um dos tiranos ocupacionistas. O assassinato do Rei D.Carlos e herdeiro e fim da Monarquia e instauração da Républica. Mais tarde o fim do fascismo como ponto de reunão do Movimento das Forças Armadas restituindo ao País sua liberdade novamente no progresso político.
Em contraste a Inquisição aqui fez autos de fé que são condenações à morte por fogueira a pessoa livre o mais, em ambas as Praças.

Protestos, artistas de rua e manifestações culturais aqui se ouvem.

Na Praça do Rossio encontra-se a Estátua do Rei Dom Pedro IV de Portugal no topo de uma coluna que foi o primeiro soberano no Brasil e que por este se tornou Independente e também Imperador no mesmo.

No Terreiro do Paço designação por que se conheceu e ainda a dita Praça do Comércio e também ao centro da mesma a estátua equestre do Rei Dom José I e aonde foi residência Real por cerca de quatrocentos anos e o maior largo da nossa capital.

Aqui se fazem muitas exposições ao ar livre, protestos e no Natal por vezes aí uma árvore gigante de dois milhões de luzes e estrutura metálica toda enfeitada. A maior da Europa.

O Arco do Triunfo da Rua Augusta foi eregido em memória da reconstrução de Lisboa depois do terramoto de 1755. Por duas vezes sendo a primeira demolida e da autoria de Veríssimo Costa o actual e inaugurado em 1873.
No topo da mesma temos de Anatole Calmels as esculturas de Glória coroando o Génio e o Valor.

Mais abaixo e no plano intermédio e ladeando o mesmo temos do escultor Vitor Bastos as figuras de Viriato, Nuno Álvares Pereira, Vasco da Gama e Marquês de Pombal figuras ao longo do nosso Património e algumas discussões houve na época acerca de quem nos representaria. Ladeando estas as figuras vetustas dos rios Tejo e Douro.

A Rua Augusta assenta por sobre colunas de madeira que estão dentro de água e são o sustentáculo desta zona da Baixa.
Sob a mesma se encontram vestígios do passado bem patenteadas num dos Museus mostrando as diferentes vidas e ocupações a que Lisboa foi dando origem desde 700 anos a. C.

Existem também galerias romanas ou criptopórticos que são estruturas de galerias enormes que permitem em terrenos irregulares a construção de grandes edifícios em tempos recuados e que no fundo acabaram de servir de base também à estrutura da baixa pombalina e ainda anteriores a Cristo.
A rua foi eregida em 1940 por ocasião da Exposição Internacional que se realizava em Lisboa.

É de construção anti-símica e medidas antí-fogo e com materiais pré-construidos em granito e por isso de igual similaride o seu casario o que na realidade é um caso bem desenvolvido para a época e com aproveitamento desigual da fachada para as ruas laterais e igual entre si.

Duas inscrições de salientar na Rua. A primeira em latim no topo do Arco e que simboliza o fervor das descobertas e do Mundo exterior. "Às Virtudes dos Maiores, para que sirva a todos de ensinamento. Dedicado a expensas públicas." A segunda encontra-se numa lápide negra e diz: "Onde os homens estão condenados a viver na miséria, aí os direitos Humanos são violados. Unir-se para os fazer respeitar é um dever sagrado."

É uma cópia da que se encontra cerca da torre Eiffel em Paris honrando a Declaração Universal dos Direitos Humanos ali assinada em 1948 e em honra das vítimas da pobreza.

De um lado o relógio do outro o escudo Real e entre eles e no interior do Arco na abóbada uma roseta encimam com este o início da Rua Augusta no fundo do vale bonito da cidade.


sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Monumentos - Estação do Rossio


Introdução
A Estação Ferroviária do Rossio é uma estação da linha de Sintra da rede de comboios suburbanos de Lisboa. Fica situada entre o Rossio e a Praça dos Restauradores, em Lisboa.

Foi autor do projecto o arquitecto José Luís Monteiro, por encomenda da Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses. A obra teve início, em 1886, tendo sido adjudicada a uma empresa belga, e incluiu, além da construção da estação, a escavação do túnel ferroviário, a ligação rodoviária à Calçada do Carmo e a construção do Hotel Palace.

Foi inaugurada em 23 de Novembro de 1890, com o nome de Estação da Avenida.

Características
Em estilo neo-manuelino, a estação de comboios do Rossio é um incrível monumento. As oito portas combinam com as nove janelas e com o relógio incrivelmente decorado, situado no cimo da fachada.

A estação do Rossio é curiosa, na medida em que as plataformas de embarque se encontram a cerca de 30 metros acima da entrada principal. Daqui partem comboios para a encantadora região de Sintra, passando por Queluz.

Construída em 1886/87, esta estação foi recentemente renovada. A plataforma de embarque está agora ligada ao Metro e conta com um dos mais magníficos trabalhos: olhe para o tecto e deslumbre-se! Faça questão de visitar a estação do Rossio. Tenho certeza que não se arrependerá.


Transportes urbanos

Autocarros da Carris:

* 36 Odivelas - Cais do Sodré
* 44 Moscavide - Cais do Sodré
* 709 Campo de Ourique - Praça do Comércio
* 711 Damaia - Praça do Comércio
* 732 Hospital de Santa Maria - Caselas
* 745 Prior Velho - Santa Apólonia
* 91 Aerobus

Metropolitano de Lisboa:

* Santa Apolónia - Falagueira via Marquês de Pombal, Sete Rios e Pontinha

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Curiosidades - SABIA QUE ..?

Na Lisboa da época romana, acreditava-se que as éguas concebiam do vento?
É Plínio o Moço quem escreve sobre o facto das éguas conceberem do vento “ Olissipo equarum e Favonio conceptu nobile”. A lenda é repetida por outros autores clássicos.

Sabe quais são as colinas de Lisboa?
A descrição das sete colinas de Lisboa aparece pela primeira vez no Livro das Grandezas de Lisboa, de Frei Nicolau de Oliveira. A primeira é São Vicente, a segunda Santo André, a terceira a colina do Castelo, a quarta a colina de Santana, a quinta S. Roque, a sexta Chagas, e a sétima a colina de Sta Catarina do Monte Sinai.

Os Regicidas estão sepultados no Cemitério do Alto de S. João?
Alfredo Costa e Manuel Buíça estão sepultados no Cemitério do Alto de S. João, sem que a sua campa esteja assinalada. Em 1914, a Associação do Registo Civil e do Livre Pensamento adquiriu uma concessão de terreno para mandar erguer um monumento à memória dos regicidas. Durante o Estado Novo, o monumento foi desmantelado, e os corpos trasladados para local não identificado.

Sabe onde estão os restos mortais do Marquês de Pombal?
A urna com o corpo do Marquês de Pombal foi trasladada de Coimbra para Lisboa e esteve primeiramente na Igreja do Convento de Arroios, até ser enviada para a Igreja de Jesus ou das Mercês (freguesia onde nasceu o Marquês) e de onde partiu em definitivo para a Igreja da Memória, onde actualmente se encontra.

Sabe porque os lisboetas são chamados de alfacinhas?
Acredita-se que durante o domínio muçulmano já se plantavam alfaces pelas colinas de Lisboa. Este foi também o único alimento que restou aos lisboetas durante um dos muitos cercos que a cidade sofreu.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Gastronomia - Pastéis de Belém

Boa tarde,

Hoje falaremos dos tão famosos e saborosos Pastéis de Belém! Lisboa não seria Lisboa sem estes fantásticos pastéis!


História:
O sabor da Tradição

No inicio do Século XIX, em Belém, junto ao Mosteiro dos Jerónimos, laborava uma refinação de cana-de-açucar associada a um pequeno local de comércio variado.
Como consequência da revolução Liberal ocorrida em 1820, são em 1834 encerrados todos os conventos de Portugal, expulsando o clero e os trabalhadores.

Numa tentativa de sobrevivência, alguém do Mosteiro põe à venda nessa loja uns doces pastéis, rapidamente designados por "Pastéis de Belém".

Na época, a zona de Belém era distante da cidade de Lisboa e o percurso era assegurado por barcos de vapor. No entanto, a imponência do Mosteiro dos Jerónimos e da Torre de Belém, atraíam os visitantes que depressa se habituaram a saborear os deliciosos pastéis originários do Mosteiro.

Em 1837, inicia-se o fabrico dos "Pastéis de Belém", em instalações anexas à refinação, segundo a antiga "receita secreta", oriunda do convento. Transmitida, e exclusivamente conhecida pelos mestres pasteleiros que fabricam artesanalmente na "Oficina do Segredo", este receita mantém-se igual até aos dias de hoje.

De facto, a única verdadeira fábrica dos "Pastéis de Belém" consegue, através de uma criteriosa escolha de ingredientes, proporcionar hoje, o paladar da antiga doçaria portuguesa.

Curiosidades:
Todas as manhãs, o 'mestre dos pastéis' inicia a sua tarefa na cozinha, usando uma receita única em todo o mundo. Para além de juntar os ingredientes certos nas quantidades certas, a arte destas pequenas delícias vive muito na confecção segundo os métodos tradicionais - não há cá máquinas, apenas mãos cuidadosas e talentosas!

Tal como grande parte da doçaria portuguesa, os Pastéis de Belém estão ligados a raízes conventuais. Reza a lenda que havia um confeiteiro, dono de uma refinaria de açúcar - Domingos Rafael Alves -, que se tornou amigo de um pasteleiro que trabalhava no Mosteiro dos Jerónimos. Com a revolução de 1820, desapareceram muitas ordens religiosas, deixando monges e freiras desalojados e muitos trabalhadores desempregados.

Foi nessa altura que o confeiteiro contratou o pasteleiro - detentor da receita dos pastéis, o homem que impulsionou verdadeiramente a loja de Domingos Rafael e a única fábrica de Pastéis de Belém!
Entretanto, por trás da fachada da refinaria, o pasteleiro trabalhava até de madrugada, tendo a patente da receita sido registada um pouco mais tarde e mantida em segredo até hoje. Nos dias que correm, a fábrica produz cerca de 14 mil pastéis por dia. Pergunta-se se os conseguem vender todos? Se ainda tiver dúvidas, só há uma maneira de saber... prove um... se apenas um conseguir satisfazer a sua curiosidade...

À medida que a produção foi aumentando, a necessidade de mais trabalhadores foi-se tornando uma séria preocupação. A possibilidade de haver uma fuga de informação era algo que não podia de maneira nenhuma acontecer, razão pela qual se optou por escolher o novo pasteleiro entre o pessoal da empresa - neste caso, tinham que trabalhar na empresa há pelos menos 25 anos e tinha que ser alguém em quem a empresa confiasse. Mesmo assim, tinham que fazer um voto e assinar um acordo em que se comprometiam a não revelar o segredo dos pastéis. Se quebrassem o acordo, veriam as suas propriedades expropriadas e até podiam ir parar à prisão. Felizmente, nunca ninguém o quebrou e o segredo mantém-se dentro das paredes da fábrica.


Pode comer pastéis de nata em muitos cafés, mas nenhum terá o sabor do original, especialmente quando ainda vem quentinho e é servido com açúcar em pó e canela. Mas, mesmo frios, continuam a ser incrivelmente deliciosos.


E saiba que pode levá-los consigo. Embalados em caixa com o logotipo da fábrica, vêm com pacotinhos de açúcar em pó e canela, para que não perca nada! Antes de sair da fábrica, preste atenção à sua volta - ficará encantado com os painéis azulejos que encontra em algumas das cinco salas abertas ao público.


Onde os podem encontrar: Rua de Belém nº 84 a 92 1300-085 Lisboa
Telefone: 21 363 74 23

Horário de Funcionamento:
Inverno -
1 de Novembro a 30 de Abril
De Segunda a Sábado das 8h00m às 23h00m
Domingo das 8h00m às 22h00m

Verão -
1 de Maio a 31 de Outubro
De Segunda a Domingo das 8h00m às 24h00m