terça-feira, 3 de novembro de 2009

Locais de Referência - Praça do Comércio


Não só os monumentos mas também vários locais de referência marcam a história da nossa Lisboa.

Hoje apresentamo-vos a Praça do Comércio.

É fácil descrever a Praça do Comércio, também conhecida como Terreiro do Paço, em apenas uma palavra : UAU! Esta é uma das praças mais majestosas de Lisboa e foi, em tempos, a principal entrada marítima da cidade. Ainda hoje pode ver a escadaria em mármore que sai do Rio Tejo em direcção à Praça do Comércio. O nome Terreiro do Paço é, claramente, uma referência ao Palácio que aqui esteve durante 400 anos, até à altura do terramoto de 1755 que o destruiu quase na totalidade.

História
Em 1511, o rei D. Manuel I transferiu a sua residência do Castelo de São Jorge para este sítio junto ao rio. O Paço da Ribeira, bem como a sua biblioteca de 70.000 volumes, foram destruídos pelo terramoto de 1755. Na reconstrução, a praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal. Os edifícios, com arcadas que circundam a praça, albergam alguns departamentos de vários Ministérios do Governo Português, com excepção do famoso café Martinho da Arcada, o mais antigo de Lisboa, e um dos preferidos de Fernando Pessoa.

Após a Revolução de 1910 os edifícios foram pintados a cor-de-rosa republicano. Contudo, voltaram recentemente à sua cor original, o amarelo. O lado sul, com as suas duas torres quadradas, está virado para o Tejo. Essa foi sempre a entrada nobre de Lisboa e, nos degraus de mármore do Cais das Colunas, vindos do rio, desembarcam chefes de estado e outras figuras de destaque (como Isabel II de Inglaterra ou Gungunhana). Ainda é possível experimentar essa impressionante entrada em Lisboa nos cacilheiros, os barcos que ligam a cidade a Cacilhas. Hoje, o espectáculo é prejudicado pelo trânsito na Avenida da Ribeira das Naus, que corre ao longo da margem.

Um facto interessante são os banhos semanais que ocorriam antigamente no cais, nos quais algumas pessoas ousavam e se banhavam nuas - o que causou indignação na época. No centro da praça, vê-se a estátua equestre de D. José I, erigida em 1775 por Joaquim Machado de Castro, o principal escultor português do século XVIII. Ao longo dos anos, a estátua de bronze ganhou uma patina verde. No lado norte da praça, encontra-se o Arco Triunfal da Rua Augusta, é a entrada para a Baixa.

Acontecimentos Históricos
A 1 de Fevereiro de 1908, o rei D. Carlos e seu filho Luís Filipe foram assassinados quando passavam na praça.
No dia 25 de Abril de 1974, a praça assistiu à Revolta do Movimento das Forças Armadas, que derrubou o governo de Marcello Caetano e o Estado Novo, numa revolução sem derrame de sangue. A área serviu como parque de estacionamento durante os década de 1990, mas hoje este vasto espaço é usado para eventos culturais e espectáculos.


Características
No lado norte, a praça é centrada por um impressionante arco que conduz à Rua Augusta, uma das principais áreas de comércio pedestre da baixa de Lisboa. O arco está decorado com estátuas de personalidades históricas, como Vasco da Gama (marinheiro português) e Marquês do Pombal (responsável pela reconstrução de Lisboa depois do grande terramoto).

Os espaçosos edifícios arqueados, que se estendem pelos outros três lados da praça, são hoje sede de departamentos governamentais e de alguns restaurantes.
E por falar em restaurantes, é também nesta praça que encontra o café mais antigo de Lisboa: o "Martinho da Arcada" abriu as portas com candeeiros que ainda funcionavam a petróleo, passando depois para a iluminação a gás e muito mais tarde para a electricidade. O "Martinho da Arcada" viveu as grandes revoluções dos últimos dois séculos e recebeu à sua mesa clientes como Bocage, Fernando Pessoa e Amália.
No centro da Praça do Comércio, em tempos usado como parque de estacionamento e devolvido recentemente aos Lisboetas, encontra a estátua do Rei José I (rei de Portugal na altura do terramoto de 1755.



segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Monumentos - Basílica da Estrela


Boa tarde caros leitores,

Hoje trago até vós a Basílica da Estrela!

História
Em 1760, a princesa herdeira D. Maria Francisca, futura rainha D. Maria I, fez um voto no dia do seu casamento de que no caso de ter um filho varão, que veio a nascer em 1761, procederia à construção de um convento para as religiosas Carmelitas Descalças.


Em 1777, após a morte de D. José I, D. Maria I escolheu o local conhecido por Casal da Estrela, propriedade da Casa do Infantado, para a construção da basílica e chamou Mateus Vicente de Oliveira para a projectar, cuja planta é aprovada em 1779.
Porém, em Março de 1785, com a morte de Mateus Vicente, Reinaldo Manuel introduziu algumas alterações no projecto do seu antecessor, e de uma igreja que inicialmente se apresentava sóbria e simples resultou um edifício mais elaborado e ornamentado à semelhança do Convento de Mafra.

É uma das mais brilhantes realizações do Barroco tardio, com inclusão de elementos já neoclássicos. A Basílica da Estrela é o próprio panteão da D. Maria I, a única rainha da Dinastia de Bragança que não está sepultada no Mosteiro de São Vicente de Fora.

Características
O templo apresenta características do estilo barroco final e do neoclássico.
A fachada é ladeada por duas torres gémeas e decorada com estátuas de santos e figuras alegóricas.
O amplo interior, de mármore cinzento, rosa e amarelo, iluminado por aberturas na cúpula, infunde respeitoso temor. Várias pinturas de Pompeo Batoni adornam o seu interior. O túmulo estilo império, de D. Maria I, que faleceu no Brasil, está no transepto direito. Encerrado numa sala ali perto, existe um extraordinário presépio de Machado de Castro, formado por mais de 500 figuras de cortiça e terracota.

Passeios e Visitas
Onde: Largo da Estrela, Estrela
Como: Eléctrico 25 ou 28 na Praça do Comércio
Quando: das 8h às 13h e das 15h às 20h

Referências:
"Guia da Cidade"
"Wikipédia"

domingo, 1 de novembro de 2009

Monumentos de Lisboa - Aqueduto das Águas Livres




Boa tarde nossos caros leitores,

Depois da breve cronologia apresentada, decidimos começar a apresentar-vos os monumentos de Lisboa.
Comecemos então pelo nosso velhinho Aqueduto das Águas Livres.

Desde que as populações se começaram a instalar na região de Lisboa, que a escassez de água potável foi uma constante. Apesar da existência de um rio no local, o Tejo, a sua água é imprópria para consumo, pois a ampla foz do rio faz com que a água seja contaminada pelo mar, tendo por isso níveis de salinidade inadequados. A única área de Lisboa com nascentes de água era o bairro de Alfama. Com o crescimento da cidade para fora das cercas medievais foi-se instalando uma situação de défice crónico no abastecimento de água. Foi ganhando então força a ideia de aproveitar as águas do vale da ribeira de Carenque, na região de Belas. Estas águas foram primeiramente utilizadas pelos romanos, que aí haviam construído uma barragem e um aqueduto.

História:

Em 1571, Francisco de Holanda (1517 - 1585) propõe a D. Sebastião (1554 - 1578) na sua obra Da Fábrica que Falece à Cidade de Lisboa que estabelecesse uma rede de abastecimento de água que servisse a cidade de Lisboa, rede essa que tinha já sido iniciada pelos romanos. Os vestígios do aqueduto romano eram ainda suficientes para que tivessem sido considerados, em 1620, para a passagem das Águas Livres de Lisboa. Anos mais tarde, D. Filipe II (1578 - 1621) instituiu o real da água, um imposto sobre a carne e vinho que tinha como objectivo principal o financiamento das obras de construção do sistema de abastecimento de água para a capital. Porém, o projecto não foi sequer iniciado, tendo o dinheiro angariado por esse imposto sido utilizado para ajudar pobres e doentes, e também para financiar a guerra no Brasil e na Índia.

Construção:

O Aqueduto das Águas Livres foi mandado construir pelo Rei D. João V, a fim de fornecer água a Lisboa, de acordo com o projecto de Manuel da Maia, tendo abastecido a cidade a partir de 1748.
Com 14 Km de extensão desde a nascente principal e diversos aquedutos subsidiários e de distribuição, com um total de 58 Km, abastecia uma rede de chafarizes na cidade. O Aqueduto possui, na sua parte mais monumental, um conjunto de 35 arcos, de autoria de Custódio Vieira, sobre o Vale de Alcântara, onde se destaca o maior arco em pedra de vão do mundo, com 65 m de altura e 32 m de abertura.
As águas chegavam a Lisboa ao Reservatório da Mãe de Água das Amoreiras, construído entre 1746 e 1834, segundo planos de Carlos Mardel, a quem se deve, entre outras obras, também o arco triunfal que celebra a obra de D. João V. Integram actualmente o Museu da Água da EPAL.

Período de Funcionamento
O caminho público por cima do aqueduto, esteve fechado desde 1853, em parte devido aos crimes praticados por Diogo Alves (o Pancadas), um criminoso que lançava as suas vítimas do alto dos arcos depois de as roubar, simulando um suicídio, e que foi o último decapitado da História de Portugal.
Em 1880, a importância do aqueduto diminuiu bastante devido ao início da exploração das águas do Alviela, através do Aqueduto do Alviela que levava a água até ao reservatório dos Barbadinhos onde a água era elevada com máquinas a vapor, alimentando Lisboa de água potável. O aqueduto manteve-se porém em funcionamento até 1968, tendo sido definitivamente desactivado pela EPAL em 1967.

Passeios e Visitas Guiadas

A Rainha Refresca-se – na pista do Barroco

O percurso “A Rainha Refresca-se” recria o espirito barroco e proporciona a visita a locais de inédita beleza ao longo das nascentes, de Caneças ao Vale de Alcântara, refazendo o percurso pelo Aqueduto das Águas Livres que a família real, a corte e o povo faziam ao deslocar-se de Mafra a Queluz.
Estamos às portas do século das luzes, a época que privilegia a razão por excelência e coloca no auge o espírito barroco onde se assiste à procura do êxtase da grandiosidade, como se se quisesse criar impressão a todo o custo. Dá-se início a uma consciência de que a grandiosidade das obras públicas são o melhor símbolo de prestígio para o poder vigente. As galerias do Aqueduto assemelham-se mais às alas de um convento do que a simples condutas de água. Os respiradouros, situados ao longo das extensas galerias, oferecem um espectáculo natural de luz minimalista.
São estes jogos de luz, ar, sombra, respiração e a nobreza da pedra que tocam a imaginação e levam-nos até à “Rainha Refresca-se”.

Sáb e Dom. :9.30h-13.00h (de Março a Novembro)
Preço: 52,50€ (com almoço)
38,05€ (sem almoço)

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Cronologia

Nesta breve cronologia, vamos explanar as datas mais marcantes que definiram a história de Portugal e também a de Lisboa. Se temos de começar por algum lado, começamos pelo início!

Cerca de 1200 a.C. Fundação de Olisippo por mercadores fenícios
Século VI a.C. Desembarque de gregos e cartagineses nas margens do estuário do Tejo
218 a.C. Início da Conquista romana
7-2 a.C. Criação da província da Lusitânia
a seguir a 408 d.C. Migração dos Alanos, dos Vândalos e dos Suevos, que atravessaram os Pirenéus em vagas sucessivas. Formação do reino suevo.
585 Unificação da Hispânia, por Leovigildo, rei visigodo; mas a paz só se concretiza no ano 589, quando o seu filho Recaredo renuncia ao arianismo durante o Concílio de Toledo.
711-716 Invasões muçulmanas. As tropas do berbere Tarique invadem a Península, derrotam os Visigodos em Janda-Barbate e apoderam-se de Lisboa.
950-1071 Formação do Condado Portucalense.
1037-1064 Conquista de Fernando, o Grande, rei de Castela, dos territórios a sul do rio Douro, subtraindo as cidades de Lamego, Viseu e Coimbra ao domínio dos muçulmanos.
1094-1112 Nomeação de D. Henrique de Borgonha como «conde de Portugal».
1095 Reconquista. Conquista de Santarém, bastião muçulmano, por D. Afonso VI de Castela.
1109 Nascimento de D. Afonso Henriques, filho de D. Henrique de Borgonha.
1139 Vitória de D. Afonso Henriques na batalha de Ourique.
1143 Reconhecimento de D. Afonso VI, de Castela, da autonomia de Portugal (Tratado de Zamora).
1147 Cerco a Lisboa feito por D. Afonso Henriques, Al-Usbuna, a muçulmana, rende-se a 23 de Outubro desse ano.
1179 Reconhecimento oficial da existência de Portugal por parte do papa Alexandre III, que reconhece igualmente D. Afonso Henriques como rei.
1185 Morte de D. Afonso Henriques. Subida de D. Sancho I ao trono.
1211 Subida de D. Afonso II ao trono.
1217 Ocupação e reconquista definitiva de Alcácer do Sal por D. Afonso II.
1223-1248 Reinado de D. Sancho II. Reconquista definitiva do Alentejo e do Algarve oriental.
1248 Subida de D. Afonso III ao trono.
1256 Sagração de Lisboa como capital do reino, por iniciativa de D. Afonso III.
1267 Tratado de Badajoz, entre D. Afonso III e o rei de Castela, para fixação das fronteiras dos dois reinos.
1279 Subida de D. Dinis ao trono.
1290 Criação da Universidade de Lisboa.
1325 Subida de D. Afonso IV ao trono.
1355 Morte de D. Inês de Castro.
1357 Subida de D. Pedro I, o Cruel, ao trono.
1367 Subida de D. Fernando ao trono.
1372-1373 Cerco a Lisboa feito por D. Henrique II de Castela.
1379 Morte de D. Henrique II.
1383-1384 Morte de D. Fernando. Regência de D. Leonor Teles. Crise sucessória. Insurreições populares em Lisboa e em várias cidades alentejanas.
1385 Início da Dinastia de Avis. Proclamação de D. João I nas cortes de Coimbra.
1386 Assinatura do tratado de Windsor, que marca o início da aliança entre Portugal e a Inglaterra.
1411 Conclusão da paz entre Portugal e Castela.
1415 Tomada de Ceuta.
1419 Descoberta da Madeira.
1438 Subida de D. Afonso V ao trono.
1460 Morte do Infante D. Henrique.
1494 Assinatura, entre Portugal e Espanha, do tratado das Tordesilhas.
1481-1495 Reinado de D. João II.
1496 Conversão forçada dos Judeus.
1497 Subida de D. Manuel I ao trono.
1497-1499 Partida de Vasco e Paulo da Gama para a descoberta das Índias. Regresso com um carregamento de especiarias.
1500 Descoberto do Brasil por Pedro Álvares Cabral.
1505 Nomeação de D. Francisco de Almeida como vice-rei da Índia.
1506 Pogrom de Lisboa, na noite de 19 de Abril.
1507-1517 Tomada de Ormuz, Goa e Malaca por Afonso de Albuquerque.
1521-1557 Reinado de D. João III, o Pio.
1536 Criação em Lisboa, por iniciativa de D. João III, do Tribunal do Santo Ofício.
1557 Morte de D. João III. Subida de D. Sebastião ao trono.
1578 Batalha de Alcácer Quibir. Morte de D. Sebastião.
1580 Subida de Filipe II ao trono de Portugal.
1581 Derrota da Invencível Armada.
1598-1621 Reinado de Filipe III.
1640 Restauração da Independência. Proclamação de D. João, duque de Bragança, como rei de Portugal com o nome de D. João IV (reina até 1656)
1662-1667 Reinado de D. Afonso VI.
1667 Tomada do poder pelo Infante D. Pedro.
1703 Assinatura do tratado anglo-português de Methuen.
1706 Subida de D. João V ao trono.
1750 Tratado que fixa os limites territoriais do Brasil. Subida de D. José I ao trono.
1755 Grande tremor de terra em Lisboa. Nomeação do Marquês de Pombal como primeiro ministro do rei D. José I; início da reconstrução de Lisboa.
1773 Expulsão da companhia de Jesus.
1777 Subida de D. Maria I ao trono.
1807-1810 Invasões francesas (três invasões: 1807, 1809 e 1811). Partida da corte para o Brasil.
1816 Subida de D. João VI ao trono.
1820 Lutas liberais.
1821 Regresso de D. João VI a Lisboa.
1822 Constituição liberal. Independência do Brasil. Aclamação de D. Pedro I como imperador do Brasil.
1823 Revolta absolutista de D. Miguel.
1826 Subida de D. Maria II ao trono.
1828 Usurpação do trono por D. Miguel.
1832 Abolição do tribunal do Santo Ofício.
1834 Regência e morte de D. Pedro. Partida de D. Miguel para o exílio. Supressão das ordens religiosas.
1836 Revolução Setembrista.
1842 Subida de Costa Cabral ao poder. Convenção de Gramido. Fim das lutas liberais.
1851 Primeiro governo da Regeneração. Início da alternância de três partidos no poder: Regenerados, Históricos e Progressistas.
1853 Subida de D. Pedro V ao trono.
1861 Subida de D. Luís ao trono. Tentativas para ligar Angola e Moçambique.
1889 Subida de D. Carlos ao trono.
1890 Ultimato inglês. Crise política motivada pela rivalidade entre Portugal e a Inglaterra respeitante ao Império Colonial Português.
1908 Assassínio de D. Carlos e do príncipe D. Luís Filipe.
1910 Proclamação da República.
1916 Entrada de Portugal na Primeira Guerra Mundial.
1917 Ditadura de Sidónio Pais.
1926 Golpe de Estado do general Gomes da Costa (28 de Maio). Fim da I República.
1928 Posse de Óscar Carmona como sucessor de Gomes da Costa. Nomeação de António Oliveira Salazar como ministro das Finanças.
1933 Estado Novo.
1939 Pacto Luso-Espanhol.
1949 Entrada de Portugal na Nato
1955 Entrada de Portugal para a ONU.
1965 Assassínio do general Humberto Delgado (perpetrado pela PIDE).
1968 Nomeação de Marcelo Caetano para o lugar de Salazar, vítima de AVC.
1974 Revolução dos Cravos em 25 de Abril.
1976 II República. Posse como presidente do general Ramalho Eanes.
1986 Adesão de Portugal à CEE. Posse de Mário Soares como presidente da República.
1998 Realização em Lisboa da EXPO '98.
2004 Realização em Portugal do Euro 2004.

adaptado de
História de Lisboa, 7ª edição, Dejanirah Couto, 2000, Gótica

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Parcerias

Após duas vagas de e-mails emitidos, finalmente respostas!

Da Biblioteca Nacional:
Parabéns pela iniciativa e muito boa sorte para o Blog. Infelizmente, a Biblioteca Nacional de Portugal não é a instituição preferencial para estes tipos de parcerias. Para estes casos, devem tentar o Gabinete de Estudos Olisiponenses ou as bibliotecas municipais de Lisboa que estão sobre a tutela da Câmara Municipal de Lisboa.
Em relação à história da BNP, pode consultar o nosso portal www.bnportugal.pt. Em relação à CML, as bibliotecas municipais de Lisboa têm um projecto denominado http://revelarlx.cm-lisboa.pt/ . Tente enviar um e-mail para o endereço do site.
O nosso muito obrigado ao sr. Luís França de Sá, que para além da resposta ainda nos facultou o acesso a informação sobre a história da própria Biblioteca Nacional.


Da CP Comboios de Portugal:
Informamos que poderá consultar bibliografia genérica nas nossas instalações, ás 3ª e 5ªf mediante marcação prévia.
Portanto na próxima terça-feira, aqui vão os aventureiros descobrir coisas sobre a CP (agradecimentos à sra. Ana Sousa).


Quanto à Rede de Bibliotecas de Lisboa:
(...) A Rede Municipal de Bibliotecas de Lisboa (RMBL) tem todo o prazer em colaborar convosco.

Desta forma, pensamos que a melhor colaboração é enviar-vos as plataformas onde esta Rede age. Assim, poderão extrair ou redireccionar conteúdos. Agradecemos é que no caso da primeira mencionem a fonte.

Enviamos também em anexo um script do nosso catálogo, caso queiram embeber no vosso blogue.
Se necessitarem de ajuda na arquitectura da informação, não hesitem em contactar-nos.

Muito obrigado ao sr. César Ferreira da Câmara Municipal de Lisboa, Divisão de Gestão de Bibliotecas


Do Mosteiro dos Jerónimos:
Em resposta ao seu mail sugiro que consulte os seguintes endereços:
Com agradecimentos à sra. Helena Faria (técnica superior).


Recebemos também algumas respostas a encaminharem-nos para o Gabinete de Estudos Olisiponenses, que esperamos contactar em breve.

Com algumas parcerias em vista e já com alguma informação facultada pela Biblioteca Nacional (sobre a mesma), contamos nos próximos dias fazer um post direccionado para o propósito do blog: informar e cultivar o conhecimento sobre Lisboa, menina e moça!

P.S.: O sr. Guia da Cidade é seguidor do nosso blog, mas não respondeu ao nosso e-mail :(

domingo, 11 de outubro de 2009

Introdução


Olá!

Este blog serve para expôr resultados provenientes de uma investigação que vamos realizar ao longo do semestre sobre a cidade de Lisboa. Vamos focar-nos em monumentos, ícones, acontecimentos marcantes e peculiaridades.

Vamos também tentar arranjar alguns parceiros, sendo que num próximo post serão colocadas novidades sobre este aspecto.

Esperamos que Lisboa se reveja no nosso blog e que goste do que estamos a tentar fazer por ela :)

Cheira bem, cheira a Lisboa!